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Ambulantes da praça podem ser legalizados após Carnaval

relogio min de leitura | Redação 09 de fevereiro de 2017 - 12:00
Camelôs do Centro fizeram reunião com representantes da prefeitura, ontem, para falar sobre legalização após o Carnaval e regras
Camelôs do Centro fizeram reunião com representantes da prefeitura, ontem, para falar sobre legalização após o Carnaval e regras -

Os ambulantes que atuam na Praça Marechal Floriano Peixoto, no Centro de Itaboraí, poderão ser legalizados após o Carnaval deste ano. Ontem, 17 camelôs que já atuam no espaço fizeram reunião com representantes da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Integração com o Comperj com o objetivo de dar início ao cadastramento. Eles, a partir de agora, terão que obedecer algumas regras impostas pela prefeitura para continuarem trabalhando no local.

O encontro com os ambulantes foi marcado após o ‘Choque de Ordem’ que ocorreu no último sábado. Ontem, eles foram recebidos pelo secretário municipal de Segurança e Defesa Civil, Robson André; e pelo subsecretário de Desenvolvimento Econômico e integração com o Comperj, Roberto Lucero. “Os ambulantes vão permanecer nos mesmos lugares até o Carnaval. Durante esse tempo, eles terão que cumprir algumas regras. Quem estiver dentro do padrão terá 50% de chance de conquistar o alvará para utilização do espaço público”, explicou o secretário.

Além de resolver o cadastro dos camelôs, o objetivo da operação ‘Choque de Ordem’, que continuará acontecendo no município, é acabar com o uso de drogas em espaços públicos, som alto e a venda e uso de bebidas alcoólicas para adolescentes. “Não podemos prevaricar diante de denúncias dos moradores. Por isso, iniciamos a operação para coibir esses pequenos delitos e organizar os espaços públicos sem deixar ninguém sem o seu sustento”, disse Robson.

Paulo César Jesus da Silva, que trabalha há 12 anos com tapioca na praça, acredita que as novas medidas da prefeitura vão ajudar. “Nós estávamos lutando pela regularização, mas sempre a coisa acontecia verbalmente. Hoje, nós estamos vendo uma possibilidade real de legalização, organização e transparência, o que nos faltava”, disse Paulo.

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