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Saúde bate à porta das 1,4 mil famílias de conjunto habitacional

relogio min de leitura | Redação 05 de julho de 2016 - 12:00
Agentes visitaram o Residencial Carlos Marighella, em Itaipuaçu, e conversaram com os moradores
Agentes visitaram o Residencial Carlos Marighella, em Itaipuaçu, e conversaram com os moradores -

Uma espécie de ‘censo da saúde’ está sendo realizado nesta semana no Residencial Carlos Marighella, condomínio do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, em Itaipuaçu, com 1.472 unidades.

Uma equipe de agentes do projeto ‘Saúde Bate a Sua Porta’ está visitando as residências para colher o perfil clínico das cerca de 1.400 famílias que vivem na comunidade. Os dados levantados vão ajudar a montar a equipe que vai atuar no posto do Programa Saúde da Família que será construído ao lado do condomínio. O posto é um dos equipamentos previstos pelo município para atender o novo contingente de moradores.

Durante o levantamento, as sete visitadoras do projeto conversam com os moradores para saber quais são os problemas de saúde que afetam os integrantes da família. De acordo com as agentes, os casos mais comuns encontrados durante as visitas são de hipertensão, diabetes e também depressão, mas há ainda casos de crianças com pouco frequência médica e jovens gestantes e mães que não fazem o acompanhamento necessário. Quase sempre o motivo é a falta de tempo e a distância dos postos de saúde mais próximos.

“O posto que me atende fica na Rua 53, no Jardim Atlântico, que é longe daqui. Estamos ansiosos por um posto aqui ao lado”, afirmou a autônoma Leila Outeiro Cavalcante, de 55 anos. O trabalho no Carlos Marighella deverá ser finalizado até meados deste mês e a equipe segue para o residencial Carlos Alberto Soares de Freitas, em Inoã, que também terá um novo posto do Programa Saúde da Família.

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