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Parceria para elaborar plano de despoluição da Baía de Guanabara

relogio min de leitura | Redação 04 de agosto de 2015 - 08:56

Pezão firmou acordo com universidades, fundações e institutos de pesquisa em prol da Baía

Um observatório da Baía Guanabara foi criado, ontem, por meio de um acordo de cooperação técnica assinado pelo governador Luiz Fernando Pezão e dez centros de pesquisa, sendo sete de universidades públicas. A parceria – que prevê ações para os próximos 15 anos – permitirá a elaboração de diagnósticos sobre as condições ambientais e socioeconômicas da Baía, assegurando o restabelecimento do ecossistema. A cooperação inclui condições tecnológicas, científicas e operacionais. Pesquisadores estrangeiros com experiência na recuperação das baías de Chesapeake (EUA), Brest (França) e Sidney (Austrália) serão convidados a participar do grupo trabalho.

“É uma parceria histórica. Todos os nossos técnicos estão à disposição das universidades, que nos procuraram e propuseram a criação desse fórum. Essa cooperação nos dá transparência para apresentar ao mundo todo o trabalho que vem sendo feito em prol da Baía. Avançamos muito no tratamento de esgoto no entorno. Além das obras que já fizemos, temos hoje mais de R$ 3 bilhões em ações em andamento voltados para a despoluição da Baía de Guanabara”, afirmou Pezão.

Caberá às universidades propor ao Estado investimentos para o tratamento do esgoto das cidades localizadas às margens da Baía pelos próximos 20 anos, além de acompanhar o monitoramento da qualidade da água e da criação de um banco público de dados. O diagnóstico deverá ser entregue no fim deste ano. Depois, será feito um plano de metas para a despoluição.

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