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Pezão pede verba para Linha 3

Governador faz reunião com ministro das Cidades e solicita liberação do recurso

relogio min de leitura | Redação 12 de junho de 2015 - 13:09

Pezão fez o pedido da construção da Linha 3 do Metrô pessoalmente a Gilberto Kassab

Foto: Divulgação: Governo do Estado

O governador Luiz Fernando Pezão; o secretário de Estado de Transportes, Carlos Roberto Osorio; e o ministro das Cidades, Gilberto Kassab; discutiram, ontem, o projeto de construção da Linha 3 do Metrô, elaborado para interligar Niterói a São Gonçalo, na Região Metropolitana. Pezão pediu ao ministro a liberação de recursos para o início das obras. A Linha 3 foi projetada para transportar quase 230 mil pessoas por dia ao longo dos seus 22 quilômetros de extensão. O investimento previsto é de R$ 3,9 bilhões. Seriam construídas 14 estações entre as duas cidades. A obra tem prazo estimado de cinco anos.

“Pedi recursos para a Linha 3. Com o término das obras da Linha 4 do metrô, em 2016, o nosso objetivo é empregar os milhares de trabalhadores em novas obras, mantendo a atividade econômica no estado”, afirmou Pezão.

Kassab afirmou que o governo federal continuará dando todo o apoio possível ao estado na questão da mobilidade urbana. “A Linha 3 é uma destas ações que faz parte dos projetos. Tudo será realizado no seu tempo, com seu cronograma devidamente estabelecido. Todos sabem o momento de ajuste da nossa economia. Todos sabem que estamos priorizando, neste momento, as obras de mobilidade que irão contribuir para o sucesso das Olimpíadas, mas nada ficará de lado”, disse Kassab.

O secretário Osorio disse que vai continuar fazendo cobranças. “Queremos que os moradores de Niterói e São Gonçalo saibam que o governador Pezão continua, pessoalmente, cobrando do governo fededal uma solução. O governo do estado, ciente das dificuldades do governo federal, preparou um projeto alternativo de BRTs que, na verdade, não é substituir a Linha 3 por um BRT, mas, sim, por um sistema de BRT de duas linhas. Isso foi encaminhado a Brasília e também não foi discutido”, explicou Osorio.

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