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Segundo a Anvisa o imunizante emergencial não será para milhões

A imunização completa só será possível quando a vacina tiver o registro sanitário

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 03 de dezembro de 2020 - 20:05
Os selecionados para a dose da vacina emergencial serão: profissionais da saúde, cuidadores de idosos, pessoas com mais de 65 anos, e aqueles com “fragilidades”
Os selecionados para a dose da vacina emergencial serão: profissionais da saúde, cuidadores de idosos, pessoas com mais de 65 anos, e aqueles com “fragilidades” -

Nesta quinta-feira (03), foi anunciado pelo diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, que as vacinas de uso emergencial contra o coronavírus não serão para milhões, sendo definidas a populações definidas.

A imunização completa só será possível quando a vacina tiver o registro sanitário, de acordo com o presidente. Antônio revela que há uma forte possibilidade de serem escolhidos: profissionais da saúde, cuidadores de idosos, pessoas com mais de 65 anos, e aqueles com “fragilidades”. A informação foi dada na Rádio Gaúcha, nesta tarde.

Nesta quarta-feira (02) foi definido pela Anvisa os critérios para que as empresas fabricantes de imunizantes contra a Covid-19 entrem com pedido de autorização para a modalidade emergencial, já utilizada em outros países, para vacinar grupos de risco mais agilmente.

Segundo o presidente, depois que a agência ganhar as primeiras solicitações de uso emergencial, a análise deve ser finalizada em questão de dias. No caso do registro completo, existe um prazo de 60 dias para resposta da Anvisa, contudo, o empenho é grande seguirão tentando realizar no melhor tempo possível.

João Doria, governador de São Paulo criticou nesta quinta-feira (03), sobre o plano nacional de imunização contra o coronavírus do governo federal ter começado em março do próximo ano, e defendeu a vacinação já em janeiro. O governador afirma que a data causa indignação. “Indago se eles não enxergam que temos 500 brasileiros morrendo (diariamente). Por que março, se poderia ser em janeiro?”, questionou.

Seiscentos litros de matéria-prima chegaram na manhã desta quinta-feira (03) em São Paulo, para que o Instituto Butantan produza até 1 milhão de imunizantes contra o coronavírus. O estado já havia recebido 120 mil doses prontas da Coronavac, no dia 19 de novembro.

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