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Invasão de hackers nas redes do GDF pediriam resgate

Nenhum dado sigilosos foi roubado

relogio min de leitura | Redação 05 de novembro de 2020 - 20:29
A solicitação de resgate teria sido a mesma enviada para o STJ, que sofreu a invasão nesta terça-feira (03)
A solicitação de resgate teria sido a mesma enviada para o STJ, que sofreu a invasão nesta terça-feira (03) -

Nesta quinta-feira (05), em ação imediata contra a tentativa de ataque de hackers, a Subsecretaria de Tecnologia, da Secretaria de Economia do Distrito Federal, conseguiu achar um pedido de resgate que seria feito caso as informações fossem roubadas. A solicitação de resgate foi a mesma enviada para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao qual teria sido alvo de invasão nesta terça-feira (03).

De acordo com informações da coluna ‘Grande Angular’, o subsecretário de Tecnologia, Francisco Paulo Soares, revelou que nesse tipo de investida, os hackers criptografam as informações (“sequestram”) e enviam um e-mail por onde irão ser combinadas as condições para devolução. Essa situação não aconteceu com a GDF, em razão das medidas tomadas que evitaram que os invasores chegassem aos dados sigilosos.

A busca pela origem está sendo realizada em um trabalho em conjunto com a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Foram tirados do ar os sites e a internet do GDFNet. Está sendo feita uma “limpeza” do ambiente virtual para a volta dos serviços pela secretaria e policiais. Ainda não qualquer previsão, mas a partir da liberação de segurança o sistema deverá retornar em três horas. O desligamento do banco de dados com informações sigilosas foi feito com o objetivo de não haver contaminação.

A administração da estrutura de tecnologia do Governo do Distrito Federal (GDF) é feita pela Secretaria de Economia. Segundo informações do jornal ‘Metrópole’, André Clemente, titular da pasta, revelou que o sistema é usado por 150 mil servidores que atendem 3 milhões de indivíduos.

Conforme falas de Clemente, diz que um ataque pode ter o poder de destruição, inviabilizando diversos serviços, como saúde, mobilidade, segurança pública e pagamentos. Foi pontuado por ele que os protocolos foram aplicados tempestivamente e com eficácia para preservar os serviços e dados, e que nenhuma informação sigilosa foi roubada. 

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