Instagram Facebook Twitter Whatsapp
Dólar R$ 5,0748 | Euro R$ 5,8452
Search

Estudantes da UFF são finalistas na competição mundial CO2 Minus Challenge pelo segundo ano consecutivo

O evento será realizado remotamente, no próximo dia 9 de novembro

relogio min de leitura | Redação 28 de outubro de 2020 - 09:50
Em 2019, o grupo da UFF focou em inovação, conquistando a medalha de bronze na competição
Em 2019, o grupo da UFF focou em inovação, conquistando a medalha de bronze na competição -

A equipe de alunos da UFF, chamada de Team Mauá, vai representar a universidade em mais uma final da CO2 Minus Challenge. A competição consiste na apresentação de uma proposta técnica, financeira e inovadora para o desenvolvimento de um campo de petróleo com zero emissão de CO2 líquido, que reforce o compromisso da indústria do petróleo com a sociedade e o meio ambiente. Organizada pela Associação Europeia de Geocientistas e Engenheiros (EAGE), a disputa tem a participação de estudantes de graduação e pós-graduação das universidades mais renomadas do mundo.

Em 2019, o grupo da UFF focou em inovação, conquistando a medalha de bronze na competição. Eles ficaram atrás apenas das equipes da Manchester University, Reino Unido (solução mais holística) e Dalhousie University, Canadá (trabalho em equipe mais coerente).

Esse ano, mesmo com a pandemia afetando toda a estrutura universitária, o Team Mauá - composto por quatro alunos de Engenharia e um de Geociências -  já passou pelas duas fases iniciais da competição e vai representar a instituição na última fase, na qual apenas três times apresentam suas propostas para um júri técnico. O evento será realizado remotamente, no próximo dia 9 de novembro.

É grande a expectativa da equipe, que recebeu o elogio da organização do evento de solução "mais holística e criativa" nas etapas iniciais. Os estudantes estão confiantes em sua estratégia de manter uma engenharia robusta e enxuta, procurando inovar nas áreas fundamentais do projeto, como a energização da operação e a ausência de uma plataforma.

“Como alunos da UFF, tivemos que superar a barreira da linguagem e a tecnológica, pois muitas vezes não temos o ‘arsenal’ que algumas universidades estrangeiras têm. E, além de tudo, tivemos que superar a pandemia. Foi um ano bastante desafiante, mas em nenhum momento isso nos deteve, pois nossa meta sempre foi muita clara: vencer. Sabemos o que é fazer parte de uma das maiores universidades do Brasil e esperamos ter servido como exemplo para as próximas gerações de alunos da instituição. A UFF é grande, mas os alunos fazem ela gigante”, afirmou Marco Gemaque, líder do Team Mauá.

A equipe:

Clara Natalino - Engenharia de Petróleo

Davy Brandão - Geofísica

Higor Esmeraldo - Engenharia de Petróleo

Luiz Felipe Ribeiro - Engenharia de Petróleo

Marco Gemaque - Engenharia de Petróleo

Rogério Santos - Orientador da Equipe

Matérias Relacionadas