Aplicativos de trânsito e plataformas de mapas locais terão que retirar locais de áreas

Medida foi acionada logo após vítima ser baleada ao entrar por engano em comunidade por usar um aplicativo

Enviado Direto da Redação
Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) faz mudanças em aplicativos de trânsito e plataforma de mapas locais

Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) faz mudanças em aplicativos de trânsito e plataforma de mapas locais

Foto: Reprodução/Internet


Nesta sexta-feira (23), o deputado Dionísio Lins (Progressista), presidente da Comissão de Transportes da Alerj oficializou aos representantes das plataformas de aplicativos localizadas no Rio, a emissão do documento onde é solicitada a retirada das plataformas de GPS, mapas e aplicativos de trânsito, todos os endereços que são considerados áreas de risco na cidade.


A mudança da configuração dos aplicativos foi pensada logo após uma pessoa ser baleada ao entrar por engano na comunidade da Cidade Alta, em Cordovil, seguindo orientações do aplicativo de trânsito conhecido como Waze, pelo celular.


Segundo o deputado, por erro de aplicativos esses situações estão sujeitos a acontecerem a qualquer pessoa. Dionísio diz, “A retirada dos endereços considerados áreas de risco dos aplicativos e plataformas, visa somente resguardar a segurança de todos que utilizam esse serviço, que na verdade vem se mostrando totalmente ineficaz e perigoso. Se para quem já é morador da cidade por vezes acaba entrando por engano nesses locais, imagina quem é de fora".


Para o parlamentar é preciso que uma mudança radical chegue para evitar novas vítimas, que acabam entrando em locais de risco, que são dominadas por traficantes de drogas, sem consentimento e por não conhecerem a região. Será determinado que os aplicativos atualizem trimestralmente os endereços e monitorem o surgimento de novas áreas consideradas de risco, com o objetivo de proteger os usuários de futuros problemas. As mudanças podem ser feitas consultando ou realizando um convênio com o banco de dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) e Batalhões de Polícia Militar.

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