Rio de Janeiro não vai seguir novo decreto de serviços essenciais

Outros oito estados e o DF seguirão na mesma linha

Enviado Direto da Redação
Bolsonaro editou na noite desta segunda (11), o decreto que incluiu novas atividades como serviços essenciais

Bolsonaro editou na noite desta segunda (11), o decreto que incluiu novas atividades como serviços essenciais

Foto: Carolina Antunes/PR

O governo do Rio de Janeiro, outros oito estados e o Distrito Federal não concordaram com a inclusão, feita pelo presidente, das atividades de salões de beleza, barbearias e academias de esportes como serviços essenciais. O novo decreto foi publicado em uma edição extra do “Diário Oficial da União” na noite de segunda (11).

Os estados que foram contrários ao novo decreto foram: Bahia, Ceará, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Sergipe. O Distrito Federal também afirmou que não vai seguir as novas diretrizes.

Com a inclusão desses serviços, ao todo são 57 atividades consideradas essenciais para a população neste momento de pandemia causada pelo coronavírus. Com esse decreto, todas as 57 atividades podem ser mantidas.

Na portaria do Palácio da Alvorada, Bolsonaro falou sobre o decreto. "Saúde é vida. Academias, salões de beleza e cabeleireiro, higiene é vida. Essas três categorias juntas é mais de um milhão de empregos", afirmou ele.

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