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Medicamento Annita já é testado em pacientes com coronavírus

Os teste em humanos no Brasil ainda vai ser iniciado

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 20 de abril de 2020 - 09:21
O medicamento não pode ser vendido sem receita médica
O medicamento não pode ser vendido sem receita médica -

O medicamento nitazoxanida, um vermífugo conhecido pelo nome comercial Annita, está sendo testado em humanos para combater o coronavírus em países como Egito, México e Estados Unidos. O medicamento é de baixo custo e foi informado como sendo uma das possíveis alternativas contra o coronavírus na última semana pelo ministro da Ciência, Marcos Pontes.

O Brasil também está iniciando o teste do medicamento. Segundo informações, o medicamento foi visto com uma opção por uma inteligência artificial que analisou 2.000 fármacos no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais. Após essa análise, o Annita foi testado em células isoladas no Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas. A próxima etapa do teste no Brasil é com 500 humanos infectados pelo coronavírus que estão em sete hospitais diferentes (cinco no Rio de Janeiro, um em São Paulo e um em Brasília).

No Egito, no entanto, o medicamento já é uma das opções e registrou dois testes diferentes da droga combatendo o Covid-19 em humanos. Já nos Estados Unidos, a a base internacional Clinical Trials guarda as informações sobre o uso do medicamento em humanos. Os outros países também divulgaram resultados com o produto.

Quando Pontes informou a eficiência do medicamento, ele tentou não divulgar o nome nitazoxanida para evitar que pessoas comprassem o remédio na farmácia, como ocorreu com a cloroquina. Por causa disso, após o pronunciamento do ministro, a Anvisa publicou uma norma que proibia a venda do produto sem receita médica em farmácias.

A Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), órgão do Ministério da Saúde recebeu três deliberações até o último sábado (18) para permitir e autorizar o teste do medicamento em dois pacientes com coronavírus no Rio (UFRJ e Hospital Naval Marcílio Dias) e um no Hospital Vera Cruz, em Campinas.

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