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Após queda de produção, empresas de preservativos chinesas voltam às suas atividades

Demanda pelo produto apresentou aumento depois do isolamento social

relogio min de leitura | Redação 09 de abril de 2020 - 15:09
Demanda pelo produto apresentou aumento depois do isolamento social
Demanda pelo produto apresentou aumento depois do isolamento social -

Com a paralisação de algumas fábricas por causa da pandemia do coronavírus, um dos setores que acabou sofrendo queda na produção foi o de preservativos, ocasionando um esvaziamento nos estoques em todo o mundo. Diante disso, duas empresas chinesas se mostraram dispostas a aumentarem o ritmo de produção e exportação desses itens.

A empresa chinesa HBM Protections, que fabrica cerca de 1 bilhão de camisinhas por ano, disse que o ritmo de produção voltará ao normal em breve e que a meta é triplicar sua capacidade até o final do ano. Já o grupo Shanghai Mingbang Rubber Products, revelou que vai tomar medidas para aumentar a exportação dos preservativos, para abastecer outros países.

Na China, primeiro país a aderir o isolamento social, as atividades das fábricas já foram retornadas logo após a propagação do vírus ser contida. Ao contrário da China, fábricas dos produtos de preservativos ainda estão paralisadas.

Um dos maiores fabricantes de preservativos do mundo ainda se encontra nesta situação de paralisação. A companhia Karex, da Malásia, fabrica uma a cada cinco camisinhas no mundo, além disso, a empresa é responsável por fornecer os itens para vários governos do mundo e para projetos humanitários. Sua produção está paralisada em três fábricas da Malásia.

A Agência das Nações Unidas para a Saúde Sexual e Reprodutiva (UNFPA, na sigla em inglês) informou que só poderá atender de 50% a 60% dos pedidos de fornecimento de preservativos que recebe.

Segundo a empresa Karex, a demanda por preservativos apresentou um aumentou desde o início do isolamento social. A imprensa indiana revelou um aumento de 30% na venda de camisinhas desde que o país impôs uma quarentena nacional aos 1,3 bilhão de habitantes.

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