Coronavírus: ambulantes de porta de escola de Niterói recebem R$ 20 mil de 'vaquinha' solidária

Trabalhadores autônomos atuam em frente ao Instituto GayLussac, em São Francisco

Enviado Direto da Redação
Ambulante Wellington Lemos Macedo vende cachorro quente em frente à instituição de ensino

Ambulante Wellington Lemos Macedo vende cachorro quente em frente à instituição de ensino

Foto: Divulgação

A pandemia de coronavírus (covid-19), além de causar danos à saúde, também trouxe impactos severos à economia, como no caso de trabalhadores trabalhadores informais que repentinamente ficaram impossibilitados de gerar renda. Em Niterói,  profissionais autônomos que atuam vendendo lanches, em frente ao Instituto GayLussac, em São Francisco; tiveram uma excelente surpresa. Já que receberão uma quantia de R$20 mil - para dividirem entre si - proveniente de uma 'vaquinha solidária' organizada pelos pais dos alunos do colégio niteroiense (fechado por segurança como forma de segurança em prol da prevenção contra a epidemia), segundo apurou a jornalista Maria Luisa de Melo, do portal UOL.


Um dos beneficiados pela solidariedade dos responsáveis dos estudantes, foi o ambulante Wellington Lemos Maceo, de 40 anos, pai de três filhos e vendedor de cachorro quente, que trabalha há 26 anos naquele ponto e estava prestes a ficar endividados com as faturas do final de mês. Eu não sabia como faria para pagar aluguel, luz e água no mês que vem. Essa ajuda será maravilhosa, só posso chamar de milagre de Deus na minha vida e na vida da minha família. Eu sempre dependi do trabalho nessa escola", disse emocionado.


Além de Maceo, outros três vendedores autônomos serão ajudados auxiliados por este montante. Desta forma, cada um destes profissionais receberão R$5 mil para que possam honrar seus compromissos e sustentar as suas respectivas famílias.



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