Funcionários de empresa de telefonia relatam assédio moral por parte da gerência
Segundo trabalhadores, há casos suspeito de coronavírus na equipe

Funcionários da Claro do Rio de Janeiro denunciam a gerência da filial por negligência e assédio moral. Segundo eles, com dois casos suspeitos de coronavírus no ambiente de trabalho, os funcionários ainda têm que ir ao local diariamente para trabalhar no horário comercial regular, mesmo com a possibilidade de realizar trabalho remoto.
"No caso do coronavírus, ele [o gestor] poderia já ter colocado a equipe para trabalhar de casa, remotamente. Não tem necessidade de estar lá, nosso trabalho pode ser realizado remotamente por VPN, como toda empresa faz", disse um funcionário que não quis se identificar, por medo de represálias.
Ainda segundo os funcionários, o gestor da empresa é conhecido no ambiente de trabalho pelos constantes casos de assédio moral, que incluem gerar competição entre funcionários e o não cumprimento de direitos trabalhistas.
Outro funcionário conta que a equipe é obrigada a trabalhar aos sábados, apesar da carga horária semanal já ter sido cumprida. O mesmo conta que está tendo que trabalhar aos sábados e teve que trocar de horário como um efeito punitivo por ter ficado afastado alguns dias com licença médica.
Procurada, a Claro ainda não respondeu qual procedimento será tomado.