Janeiro Branco e depressão infantil: livro alerta sobre doença

Obra discute tabus da sociedade sobre depressão e suicídio na adolescência

Escrito por Redação 14/01/2020 17:37, atualizado em 14/01/2020 18:33


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o índice de crianças entre 6 e 12 anos diagnosticadas com depressão saltou de 4,5% para 8% na última década. Voltada ao público infantil, a obra do ator, circense e escritor Marcos Martinz, "Até que a Morte nos Ampare", revela um novo olhar para o suicídio e reforça a importância de falar sobre o amor-próprio.


A narrativa conta a história de uma noiva, a Rosinha, que morre no dia do seu casamento e precisa saber quem a matou para seguir em paz. A obra discute muitos tabus da sociedade de modo leve e induz todas as idades a compreenderem e mergulharem nos ensinamentos em relação à seriedade da depressão e suicídio na adolescência.


De forma impactante e, de certa maneira doce, o autor se debruça no verdadeiro sentido de amar a si mesmo, de enfrentar a vida com paixão, de não se autossabotar e de como pode ser muito mais difícil enfrentar a morte pós-suicídio do que a vida em depressão.


Na obra Até que a Morte nos Ampare, Marcos Martinz mostra como é importante que as pessoas que passaram por momentos difíceis façam algo para melhorar o mundo, para acalentar quem está na escuridão. Fala sobre muitos tabus da sociedade de modo leve, fazendo todas as idades compreenderem e mergulharem nos ensinamentos em relação à seriedade da depressão e suicídio na adolescência.


O livro, da editora Skull, foi implantando em sete escolas municipais de São Paulo.

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