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Estudante tem coleção inusitada

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 22 de junho de 2015 - 11:40

Thales Figueiredo, de 20 anos, coleciona apenas camisas de times pequenos de todo o País

Foto: Leonardo Ferraz

Por Cyntia Fonseca

Colecionismo. Segundo o dicionário da Língua Portuguesa, é a tendência que as pessoas têm de guardar, organizar, selecionar, trocar e expor itens de acordo com seus interesses pessoais. Na prática, colecionar determinados objetos vai muito além de uma paixão. No ramo do futebol, enquanto muitas pessoas colecionam artigos de alto valor ou que sejam reconhecidos, o estudante Thales Figueiredo, de 20 anos, voltou sua atenção aos clubes considerados pequenos.

São 120 camisas no total de pelo menos 100 times diferentes, entre estaduais, de bairro e seleções, reunidas ao longo de três anos.

“Quando eu assistia o campeonato carioca, sempre me perguntava porque ninguém valorizava aqueles uniformes”, contou informando ainda que as camisas chegaram das mais diversas formas: presentes de amigos, vizinhos, compradas pela internet ou mesmo na rua.

“Minha meta é reunir 2 mil camisas nos próximos anos. Se organizarem exposições no Rio de Janeiro, faço questão de participar”, comentou Thales, que além de colecionar, também usa as camisas. “É uma diferente por dia. Minha avó fala que eu preciso comprar roupa social para variar um pouco”, brincou.

Torcedor do Bangu, Thales conta que dos clubes conhecidos do Rio de Janeiro, só não tem camisas do Flamengo e nem do Fluminense, pois não simpatiza com estes times. Segundo ele, a mais antiga é do Clube São Cristóvão, fabricada nos anos 70, que ganhou de um torcedor.

Na imensa lista de uniformes e histórias, constam ainda camisas dos clubes Ananindeua, do Pará, Canto do Rio (Niterói), Rio Bananal Futebol Clube, do Espírito Santo, Clube Esportivo Bento Gonçalves, do Rio Grande do Sul, Moto Club Maranhão, entre vários outros.

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