Escolas de samba do Grupo Especial não vão receber dinheiro da Prefeitura
A afirmação é de Marcelo Alves, presidente da Riotur

As escolas de samba do Grupo Especial do Rio não vão receber dinheiro da prefeitura no carnaval 2020. A afirmação é de Marcelo Alves, presidente da empresa municipal de turismo do Rio (Riotur). Em 2019, cada agremiação recebeu R$ 500 mil do município. A informação foi divulgada primeiramente pelo jornal O Globo.
Em entrevista, Alves contou que o planejamento para festa do ano que vem já começou, comentou a disputa entre duas ligas pela organização do reinado de Momo na Intendente Magalhães e informou que ainda não tem data para acontecer a transferência da gestão do Sambódromo do município para o governo estadual, anunciada anteriormente pelo governador Wilson Witzel.
"Vou levar ao prefeito as reivindicações, por verba de subvenção. A Liesa tem uma receita muito maior que a Lierj. Vou levar as reivindicações que o grupo de acesso vai formalizar em função da baixa receita comparativa com a Liesa. A Liesb está dentro do nosso orçamento por ser um evento sem bilheteria, idem as escolas mirins", informou Marcelo Alves.
Já a respeito das agremiações do Grupo Especial, ele foi enfático:
"É certo afirmar que nada. Eu tenho uma posição dele, o prefeito Marcelo Crivella, de que não haverá subvenção", completou.