Alunos gonçalenses conquistam 1º e 3º lugar na OBR

Competição aconteceu no Sesi de São Gonçalo

Enviado Direto da Redação


Por Daniel Magalhães*


Depois de sediar pela primeira vez a Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) no último dia 10, São Gonçalo tem motivos para se orgulhar. As equipes da cidade que participaram da competição subiram ao pódio na fase regional do torneio.


Representando a Escola Infantil Recanto Verde, em Vista Alegre, as crianças das equipes Android Squadron e Magic Robot, conseguiram o 1º e 3º lugar, respectivamente,e já estão nos preparativos para a fase estadual do campeonato.


A competição contava com arenas que simulavam desastres naturais e os pequenos competidores precisaram construir robôs que transitavam pelos terrenos e, na última fase, estes robôs tinham que realizar o resgate de vítimas.


Conseguindo a maior nota na competição, a equipe dos estudantes Francisco, Kauê, Mariana e Miguel se superaram e conseguiu o 1º lugar da Android Squadron. A pequena Mariana se mostra feliz com o resultado e já se prepara para a fase estadual e nacional da competição.


"Estou muito feliz e chorei de alegria com o resultado. Só de ter passado para a estadual, eu já me sinto uma vencedora, mas espero que a gente consiga o primeiro lugar de novo.", disse a competidora.


Conquistando 3º lugar, a equipe dos alunos Daniel, Mariá, Maria Clara e Nathalia, conseguiram o resultado após complicações com o robô da equipe, mas os pequenos da Magic Robot superaram os problemas e conquistaram a vaga no pódio.


O Sesi de São Gonçalo, também contava com uma equipe de nível 2 (alunos do 9º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio) participando da competição e conseguiram o 3º lugar com a equipe Fênix, que também tem vaga na fase estadual da Olimpíada.


Para a professora Evelyn Crespo, o resultado é importante para trazer mais investimentos na cidade e também criar meios de utilizar a tecnologia de uma maneira mais saudável.


"É algo muito importante, porque São Gonçalo nunca sediou essa competição e ter todas equipes com crianças da cidade participando e ganhando foi algo muito bom. Queremos que as crianças se tornem protagonistas e sejam capazes de criar novas tecnologias e novos softwares para o bem da humanidade.", completou a professora.


Alguns dos pequenos competidores, já têm planos para o futuro e, até pretendem seguir carreira na área da robótica.


"Eu pretendo ajudar minha família e ajudar outras pessoas que precisam da robótica para poder viver, para que pessoas que usam cadeira de rodas e muleta possam ter acesso mais fácil a coisas que elas não conseguem hoje em dia", disse Maria Clara, de 8 anos. 


*Estagiário sob supervisão de Marcela Freitas 

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