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Tatá Werneck aborda assunto sobre convivência de gatos e gestantes

Atriz, que está grávida de cinco meses, convive com 20 gatos e dois cachorros

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 07 de julho de 2019 - 18:31
Atriz respondeu à leitora no Instagram sobre convivência entre gestantes e felinos
Atriz respondeu à leitora no Instagram sobre convivência entre gestantes e felinos -

Na última semana, a atriz, comediante e apresentadora Tatá Werneck publicou em seu Instagram uma foto onde aparece abraçada com um de seus gatos. A atriz, atualmente grávida de cinco meses do também ator Rafael Vitti, tem um total de 20 gatos adotados, além de dois cachorros.

Em um dos comentários na foto, uma leitora levantou um questionamento para um assunto que, ainda hoje, traz dúvidas a milhares de gestantes. "Grávidas não podem ter gatos (é o que dizem). Muitos são abandonados por falta de entendimento no assunto", escreveu, acrescentando em seguida um pedido à atriz: "Você podia abordar esse tema já que é um grávida que tem lindos gatinhos e convive super bem com eles".

Em resposta, a atriz publicou: "Grávidas não vivem sem gatos! Seres humanos não conseguem viver sem gatos. Eu amo meus gatos com todo meu amor e jamais vou abandoná-los".

Mas, afinal, há realmente perigo na convivência entre gestantes e felinos? Muitas futuras mamães que têm gatos em casa recebem a orientação de evitarem contato com a caixa de areia ou mesmo de se livrarem do pet. Mas não é bem assim.

Essas recomendações são feitas por conta de uma infecção rara, chamada toxoplasmose. Causada pelo parasita Toxoplasma gondii, ela pode ser transmitida a seres humanos por meio das fezes dos gatos. 

Mas, segundo o Centro de Controle de Zoonoses, é mais provável que você pegue a doença por meio do contato com terra contaminada ou ingestão de carne crua contaminada do que por um gato doméstico. Os especialistas recomendam lavar muito bem frutas e legumes antes de ingeri-los e lavar bem as mãos após manusear carne crua.

Quanto aos gatos, basta cuidar da saúde deles ao não oferecer esses alimentos e ao restringir o contato com bichos mortos fora de casa ou fezes de gatos de rua. Além disso, é importante não descuidar do calendário de vacinas e levá-lo veterinário sempre que houver suspeitas de algo errado com o pet.

Mesmo que o gato seja infectado pelo parasita, basta limpar a caixa de areia ao menos uma vez por dia, porque as fezes contém o oocisto, uma espécie de “cápsula”, que só se abre e pode causar contágio depois de alguns dias.

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