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Projeto Social 'Maria Vaz' muda a vida dos gonçalenses

Atividade social ajuda de crianças a idosos

relogio min de leitura | Redação 02 de junho de 2019 - 09:05
Além de reforço escolar e aulas de idiomas, ação oferece também escolinha de futebol
Além de reforço escolar e aulas de idiomas, ação oferece também escolinha de futebol -

Por Rafaela Batista

“Solidariedade é o amor em movimento” é o lema do Projeto Social Maria Vaz que ajuda de crianças a idosos das comunidades do Salgueiro e Chumbada, a realizarem os seus sonhos, mostrando que tudo é possível e que o amor move o mundo.

Há um ano e meio, o projeto nascia, quando o chaveiro Neemias Mendes, de 43 anos, planejou uma viagem para uma tribo indígena, na intenção de levar doações.Mas, acabou acontecendo um imprevisto e a viagem não foi realizada.

Com tantas doações, Neemias não sabia o que fazer e uma amiga deu-lhe a ideia de levar todas as arrecadações para o Lixão de Itaoca, em São Gonçalo. Ao chegar ao local, o gonçalense viu as crianças descalças jogando futebol, o que o fez lembrar da sua infância, quando sonhava em ser jogador de futebol.

“Quando eu olhei aquelas crianças, parece que eu voltei no tempo e lembrei do meu sonho de ser jogador de futebol. Então pensei: não é porque eu não realizei meu sonho, que essas crianças também não realizarão”, disse Neemias, que naquele mesmo momento já pensou em mil formas de ajudar a todos da comunidade.

Após levar todas as doações e ver a felicidade no rosto das famílias, o chaveiro chamou o amigo Roberto Dallier da Silva, de 37 anos, para fazer parte desse projeto, que acabou ajudando-o na caminhada.  

No Projeto Maria Vaz,são oferecidas aulas de inglês, reforço, atividades físicas, além de alfabetização para adultos.

De acordo com Neemias, eles ajudam um total de 120 crianças. Mas seu maior sonho é ver todas elas conseguindo o que sempre desejaram, porque só assim se sentirá realizado.

“É uma coisa inexplicável. É uma sensação maravilhosa, quando chego no Complexo do Salgueiro com o meu carro e as crianças vêm correndo me abraçar. É um amor sem explicação. Mas, confesso que hoje ainda não me sinto realizado.Isso só vai acontecer quando eu ver uma daquelas crianças realizando os seus sonhos, porque o sonho delas, é o meu”, contou o chaveiro.

O gonçalense ainda conta que as doações são sempre necessárias, principalmente lanches, brinquedos e materiais escolares, porque o grupo não recebe ajuda financeira.

Quem tiver interesse em ajudar, basta entrar em através do telefone (21) 97648-8874 (Laryssa Labarte).

*Estagiária sob supervisão de Cyntia Fonseca 

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