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Desemprego sobe e atinge 13,4 milhões de brasileiros, segundo o IBGE

Taxa subiu para 12,7% no trimestre

relogio min de leitura | Redação 02 de maio de 2019 - 09:14
Esta é a maior taxa de desemprego desde o trimestre concluído em maio de 2018
Esta é a maior taxa de desemprego desde o trimestre concluído em maio de 2018 -

A taxa de desemprego no Brasil subiu para 12,7% no trimestre encerrado em março, atingindo 13,4 milhões de pessoas, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), essa semana.

É a maior taxa de desemprego desde o trimestre concluído em maio de 2018, quando a taxa também ficou em 12,7%. Para driblar o desemprego, o cidadão brasileiro não somente é visto constantemente em filas enormes de ofertas de vagas e feirões de empregos, como também vem usando cada vez mais a criatividade, seja na hora de optar pela informalidade, seja para empreender - ainda que com poucos recursos para investir - ou mesmo no momento de divulgar o próprio currículo.

É o caso do eletricista e técnico em Telecomunicações Deivd Bastos, de 43 anos. Após perder o emprego, o morador de Jardim Miriambi resolveu vender bala dentro de coletivos. Até então, nada de anormal, em se tratando de uma prática comum entre os desempregados. A grande diferença é que ele passou a colar “mini” currículos nos saquinhos dos produtos que vende. A ideia foi da esposa dele, Janaína Bastos, 40.

Parece que a estratégica de Marketing deu certo. Uma mulher, que ele não sabe quem é, tirou uma foto dele, e publicou em um grupo no Facebook. Com a repercussão, Deivd começou a receber várias ligações, para realizar serviços de elétrica e também para entrevistas de emprego.

Outro caso - Essa também foi a maneira encontrada pela estudante de Direito Aline Santiago Cruz, de 22 anos, para ter recursos que a mantivesse no curso superior, conforme noticiado por O SÃO GONÇALO, em novembro do ano passado. Sem dinheiro, sem universidade; sem universidade, sem crescimento na carreira. Com esse pensamento, a estudante amazonense, que mora atualmente em São Gonçalo, levanta todos os dias para vender doces em coletivos, até que surja a oportunidade de um estágio.

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