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Grupo de tatuadores ganha exposição sobre trajetória em São Gonçalo

4Tattoo foi o primeiro estúdio da cidade a montar uma loja em formato de aquário

relogio min de leitura | Redação
 Equipe que começou há 12 anos, hoje conta também com escola de formação de tatuadores
Equipe que começou há 12 anos, hoje conta também com escola de formação de tatuadores -

Por Rafaela Batista e Cyntia Fonseca 

Com 12 anos de história, integrantes da 4Tattoo Studio vão contar um pouco sobre a evolução do trabalho realizado ao longo dos últimos anos, além de expôr alguma das suas artes, aproveitando para tirar as dúvidas que muitas pessoas ainda têm sobre o mundo da tatuagem.

O grupo, que foi o primeiro estúdio de São Gonçalo a montar uma loja em formato de aquário (em que as pessoas que passam pela calçada conseguem ver os tatuadores trabalhando), foi convidado pela Secretaria de Cultura e Lazer do município, a promover uma exposição na Casa das Artes Vila Real. A mostra ficará disponível durante todo o mês de maio, das 10h às 16h, com entrada gratuita, no Zé Garoto, em São Gonçalo.

A marca 4Tattoo já é conhecida por estar sempre promovendo eventos sociais, como o que aconteceu em outubro do ano passado. No movimento social, as pessoas que possuíam alergias - alimentares ou a medicamentos-, ganhavam uma tatuagem de até 10 centímetros. Durante essa última ação, o grupo arrecadou quilos de alimentos não perecíveis, que foram doados a instituições da cidade. E nessa exposição, não será diferente.

Segundo Júnior Red, um dos fundadores do estúdio, junto com Fábio Mandrak e Gilson Dreadlock, a exposição também contará com promoções para os clientes.

“Quem for e levar um quilo de alimento não perecível ou qualquer produto de higiene pessoal, ganhará um desconto de R$50 em qualquer tatuagem”, explicou o tatuador Red.

Durante a exposição, além de contarem sobre a trajetória do grupo, Mandrak agradece pelo reconhecimento da 4Tattoo e afirma que tentarão quebrar o tabu ainda existente sobre a tatuagem.

“Somos muito gratos pelo reconhecimento do nosso trabalho, até porque a arte não tem que ser julgada. Vamos falar sobre isso na exposição, e vamos tentar acabar com esse tabu que ainda existe”, disse o tatuador, que continuou agradecendo ao OSG por sempre apoiar os movimentos sociais realizados.

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