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Cachorrinha é atacada por por pitbull e família está inconformada

Para custear o tratamento os donos precisam de R$1 mil

relogio min de leitura | Redação 28 de março de 2019 - 08:28
 Família do Jóquei, donos da cadelinha ‘Nega’, está inconformada com ataque de pitbull
Família do Jóquei, donos da cadelinha ‘Nega’, está inconformada com ataque de pitbull -

Por Vítor d'Ávila*

Uma família moradora do bairro do Jóquei, em São Gonçalo, está desesperada pois um de seus ‘membros’ está com a saúde muito delicada. A cadelinha ‘Nega’, mascote da casa, foi atacada por um outro cão, da raça pitbull, que pertence a um vizinho, na madrugada do último sábado e está com um sério ferimento em seu pescoço. Quem presenciou a cena foi a jovem Aline Kelly, que entrou em pânico com o que viu.

“Por volta de 3h40 acordei com o barulho. O pitbull invadiu a área da nossa casa e atacou a ‘Nega’. O chão ficou até com marcas de sangue”, disse.

A família está inconformada com o acontecido. Para eles, um cachorro tão feroz não deveria estar solto. O proprietário do animal chegou a prestar alguma assistência no dia seguinte ao ataque, mas depois perdeu o interesse.

“Os cachorro não pode ficar solto, ele ataca a gente e outros animais, é um absurdo”, disse a empregada doméstica e mãe de Aline, Nilvaci de Araújo.

Os donos de ‘Nega’ até procuraram ajuda com veterinário, no entanto, o alto custo do tratamento acaba impedindo que a mascote possa ter seus ferimentos tratados. De acordo com Vitor Giovani, irmão de Aline, o fato de ambos estarem desempregados e sua mãe e seu pai, que trabalham, terem somente dinheiro o suficiente para as contas da casa, impede que eles consigam pagar mais de R$ 1 mil em despesas com o atendimento veterinário.

“Tentamos ir a um veterinário e ele cobraria R$ 1.200 para fazer tudo o que ela precisa: anestesia, cirurgia para fechar o ferimento, repouso e medicamentos. Nós não temos esse dinheiro, pois estou desempregado e meus pais mal tem condições de manter a casa. Fizemos ontem um curativo de forma improvisada para evitar que desse moscas”, contou.

Os três pedem ajuda a quem puder para custear o tratamento de ‘Nega’. Eles aceitam desde doações para chegar ao valor necessário ou até mesmo médicos veterinários que se sensibilizem e ofereçam os cuidados. Interessados devem falar com o próprio Vitor pelo telefone (21) 9.9335-8046.

Estagiário sob supervisão de Cyntia Fonseca*

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