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Teatro de São Gonçalo foi tema de audiência pública

Não há previsão para a inauguração do empreendimento

relogio min de leitura | Redação 04 de dezembro de 2018 - 09:27
 A sessão contou com parlamentares e ativistas culturais de SG
A sessão contou com parlamentares e ativistas culturais de SG -

Por: Rennan Rebello

A audiência sobre o Teatro Municipal de São Gonçalo, fechado há dois anos, foi tema da audiência pública na Câmara Municipal de Vereadores, ontem a tarde, no Zé Garoto. Ainda não há previsão para a inauguração do empreendimento ao público gonçalense.

“O nosso objetivo é questionar e esclarecer a razão do teatro ainda não ter sido aberto. Mas infelizmente no Legislativo, não temos o ‘poder da caneta’ para ter ‘decisão final’, porém estamos fiscalizando o Executivo, pois em julho deste ano, fez um ano que o Plano de Cultura foi aprovado e está estipulada a abertura do teatro em um período de um ano”, disse o vereador Jalmir Júnior (PRTB) que preside a Comissão de Cultura e Educação tendo como vice o também parlamentar Professor Paulo (PCdoB).

Devido a falta de uma solução em imediato, Jalmir, prometeu uma nova audiência aberta para 2019.

“O debate foi democrático, mas infelizmente não podemos agradar a todos. Me comprometi por uma nova sessão, em janeiro ou depois do recesso (em fevereiro), onde também falaremos sobre a Lei Rouanet”, finalizou o político.

Ativistas em ‘fiscalizarão’ o Legislativo

A servidora pública Cleise Campos, que atua no setor de políticas culturais, ressalta que todos os ativistas ligados à cultura irão ‘fiscalizar’ o parlamento gonçalense.

“Já marquei com pessoas ligadas a setores culturais um grupo de estudo que irá acontecer na minha casa, no Mutondo, nas duas próximas semanas, às quartas. Pois a sociedade civil precisa fiscalizar o Legislativo”, finalizou Cleise.

E pela parte de algumas pessoas ligadas ao setor cultural do município que estiveram presente na Câmara, a audiência poderia ter sido melhor aproveitada.

“Não pude ficar até o final porque tinha outros compromissos, pois a sessão foi marcada em horário comercial (às 14h). Mas infelizmente, não vi ainda algo concreto e definido em prol da abertura do teatro”, finalizou a ativista cultural Jeniffer Moulaz, que é mestranda em administração da UFF e moradora do Jardim Catarina.

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