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Polícia Civil investiga desaparecimento de motorista e amigo

Homens são de São Gonçalo mas sumiram em Magé

relogio min de leitura | Redação 30 de agosto de 2018 - 13:58
Homens são de São Gonçalo mas sumiram em Magé
Homens são de São Gonçalo mas sumiram em Magé -

A família do motorista Liberto Rodrigues de Oliveira,  de 33 anos, o procura desde que ele desapareceu há cerca de três meses. Segundo os familiares,  Liberto saiu de casa com o amigo Leandro Assis, no Colubandê, São Gonçalo, para ir à casa do pai do primeiro, em Magé, na Baixada Fluminense, e desde então ambos não foram mais vistos. 

De acordo com os parentes, o motorista saiu de casa com uma moto que pegou emprestada e chegou ao destino onde almoçou, tomou banho e, no mesmo dia, foi limpar um terreno como havia combinado com o pai. O pai, preocupado, pediu para que Liberto não fosse de moto porque chamaria muito atenção, já que se tratava de uma Kawasaki ninja, verde fluorescente. Acreditando que não teria perigo, Liberto desconsiderou o aviso e foi.

A família recebeu informações que traficantes teriam cercado Liberto e o amigo. Alguns conhecidos chegaram a intervir e perguntar o que estava acontecendo. Neste   momento, o motorista respondeu que provavelmente era um engano mas que ele resolveria e seria liberado pelos criminosos.

No entanto, um parente, que preferiu não se identificar e visivelmente abalado, conta que não foi isso que aconteceu.

“Nós não temos nenhum vestígio dele. Quando falaram para a gente sobre o ocorrido com os ‘caras do movimento’ fomos até o local e eles disseram que não fizeram nada com ele. Mas até hoje não temos nenhuma notícia, nem mesmo da moto, que nunca mais foi vista”, lamentou.

Segundo familiares, criminosos acreditavam que o motorista era miliciano pela ‘’aparência’’ e por causa da moto.

O caso foi registrado inicialmente na 67ª DP (Guapimirim) e encaminhado para a setor de desaparecidos da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense. A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento, sem novidades a serem divulgadas no momento. 

Quem tiver informações sobre o paradeiro de Liberto, pode fazê-lo através do Disque-Denúncia (2253-1177) ou da DH da Baixada (2779-6692).

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