ONGs promovem adoção de 'pets' pelas redes sociais

Grupo tem mais de 29 mil seguidores no Facebook

Enviado Direto da Redação
Sophie, de 4 meses, está para adoção na página "Adote um filhote - RJ"

Sophie, de 4 meses, está para adoção na página "Adote um filhote - RJ"

Foto: Divulgação


Na hora de levar um novo amigo para casa, seja bichano ou canino, são muitos fatores a serem considerados, como tamanho da casa, perfil da família ou condição financeira. Mas na hora de dar e receber carinho, a raça ou tamanho do animal acaba sendo o menos importante. Para quem busca adotar um novo companheiro e não sabe por onde começar a procurar, existem diversas ONGs de adoção, acessíveis pelas redes sociais, que fazem um trabalho com seriedade com animais abandonados.


Uma delas é a ONG "Adote um filhote - RJ", que reúne quase 29 mil seguidores no Facebook. De forma colaborativa, grupos que resgatam e cuidam de animais abandonados disponibilizam fotos deles para adoção, com telefone para contato e endereço. As informações vêm de todo o estado. 


Outro grupo público é o "Adoção e doação de cães e gatos São Gonçalo e Niterói" que tem mais de 9 mil seguidores. São postagens diárias sobre felinos e caninos disponíveis para adoção, além de denúncias de maus tratos. Segundo os administradores das páginas, é importante que o adotante tenha alguns cuidados como combinar a entrega do animal em local público e verificar a idoneidade de abrigos e casas de adoção provisória.


O movimento para adoção dos animais em vez de comprá-los tem sido aderido também por famosos. A apresentadora Renata Kuerten é um exemplo. Após saber que a "Pretinha", de porte médio estava há 10 anos abandonada por meio da ONG Amigos de São Francisco, de São Paulo, ela se comoveu e decidiu adotar na hora. 


"Eu vi a foto e a história da Pretinha no Instagram da ONG e senti que era ela. Fiquei muito triste por ela estar 10 anos abandonada. Quis ela na hora, fiz de tudo para trazê-la para casa e deu certo!”, contou Renata.



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