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Desfile promove inclusão de pessoas com deficiencia em SG

relogio min de leitura | Redação 21 de junho de 2017 - 21:05
Imagem ilustrativa da imagem Desfile promove inclusão de pessoas com deficiencia em SG

Cerca de 15 pessoas com deficiência auditiva, cadeirantes, pessoas com síndrome de down e autismo participaram de um desfile de moda inclusivo, na tarde de hoje, no Prédio Anexo da Prefeitura de São Gonçalo, no Mutondo. O evento foi realizado pela Secretaria de Políticas Públicas para o Idoso, Mulher e Pessoa com Deficiência, através da Subsecretaria para Pessoas com Deficiência, e recebeu apoio de duas lojas de roupas: Sansil e SweetBaby.

Para a subsecretária da pasta, Tânia Loyola, mostrar o potencial dessas pessoas é fundamental para que as ações desempenhadas pela subsecretaria sejam sempre fonte de inspiração para os que buscam acolhimento. “A ideia de que o deficiente é incapaz já deveria ter saído da mente das pessoas há tempos e, embora isso seja um tema pouco abordado, eles têm sim capacidade e competência para executarem da melhor forma o que for proposto. As pessoas pensam que para desfilar, é preciso ter um padrão estereotipado, mas esquecem de dar oportunidades para quem realmente merece”, disse Tânia.

O prefeito José Luiz Nanci, destacou que esse é mais um dos eventos realizados pela prefeitura com objetivo de incluir a pessoa com deficiência no meio social. "Realizamos diversas atividades para a pessoa portadora de deficiência, como passeios, festas juninas, natalinas, entre outras, pois é importante incluí-las no meio social", contou.

A mãe de uma das crianças que desfilou, Marla Valeska Oliveira, de 34 anos, contou que ver sua filha participando do evento foi um privilégio. "Eu acho essa inclusão da pessoa com deficiência importante, principalmente para quem não tem deficiência, para que elas possam aprender a lidar com as diferenças", contou Marla, que é mãe de Clara Oliveira, de 11 anos, que tem paralisia cerebral.

A professora Verônica de Sá Machado, de 40 anos, é mãe do pequeno Arthur Davy, de apenas sete anos, que possui autismo, e contou sobre a felicidade do filho em participar do evento. "Estar no convívio social é difícil para os autistas, mas quando é trabalhado, a gente consegue com que eles participem de tudo. O Arthur estava eufórico e queria fazer tudo como todo mundo, então ele correu, abraçou, sorriu", contou a professora.

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