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Funcionários das áreas de limpeza e segurança da UFF cruzam os braços

relogio min de leitura | Redação 19 de abril de 2017 - 10:30
Membros do movimento espalharam comunicados no campus
Membros do movimento espalharam comunicados no campus -

Funcionários da limpeza e segurança da Universidade Federal Fluminense (UFF) paralisaram suas atividades na manhã de ontem. Cerca de 30% dos funcionários aderiram ao movimento no campus de Gragoatá, no Centro de Niterói e também no Cine Artes UFF. Uma nova assembleia marcada para hoje, definirá os rumos do movimento. Os grevistas alegam que paralisaram atividades por causa do não pagamento de salários.

Em um cartaz divulgada pela categoria nos blocos, é possível ler: “Tendo em vista o não repasse de recursos pelo MEC e consequentemente, dos mesmos pelas empresas Croll e Luso Brasileira, os prestadores terceirizados resolveram parar suas atividades. Com isso, não temos como garantir o funcionamento dos blocos com a segurança e a limpeza necessárias, nos levando ao fechamentos dos blocos N.O e P”, informa o documento.

De acordo com alunos da instituição, o movimento ainda não atrapalhou o andamento das aulas. “Os blocos estão funcionando. Tivemos algumas baixas de professores, mas não sabemos se já é um reflexo do movimento. Mas, estamos apoiando. Só relógio trabalha de graça”, disse a estudante de história Carine Paixão, 19 anos.

De acordo com nota divulgada pela Associação dos Docentes da Universidade Federal Fluminense, os funcionários estão sem receber os pagamentos referente ao mês de março.

No caso da Luso-Brasileira, além do salário atrasado, funcionários alegam estarem sem receber o valor da alimentação (R$15 ) e sem aumento desde 2015.

Em nota o MEC informou que a Constituição dá autonomia para institutos e universidades.

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