Milicianos de Bangu podem ter montado esconderijo em SG

O Portal dos Procurados divulgou cartaz com recompensa de R$ 1 mil (cada), por informações que levem as prisões de integrantes de um grupo paramilitar (milícia) que vem agindo no bairro do Catiri, em Bangu, Zona Oeste do Rio. São eles: Valmir Paulo de Oliveira, de 46 anos, terceiro na hierarquia do grupo; Marco Antônio Figueiredo Martins, o Marquinho Catiri ou Marquinho do Ouro, de 39, chefe da milícia; Ademir Nunes, segundo na hierarquia; Wolber Nunes Torres, de 25 anos; Luciano Rodrigues dos Santos, e Alan Antunes Monteiro, de 39 anos.
Existem informações de que pelo menos dois integrantes dessa milícia estariam escondidos em São Gonçalo. Esse grupo também teria controle das atividades criminosas na Zona Norte do Rio, mais especificamente em Del Castilho e Engenho de Dentro, nas comunidades Águia de Ouro, do Guarda, Fernão Cardim, Belém-Belém e algumas comunidades vizinhas.
Eles exploram permissionários de linhas de transporte alternativo, a segurança clandestina, que é imposta a moradores, comerciantes e empresas, e também distribuição clandestina de TV a cabo, e a ocupação irregular e comercialização de terrenos na localidade.
Foi apurado pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) que o grupo, comandado por Marquinhos Catiri e Ademir Nunes,, atua armado e foi responsável pela pratica de homicídios na região. Ainda sobre o grupo, foi investigado que Wolber seria sobrinho de Ademir, e atua como seu motorista, além de ser responsável por guardar o dinheiro relativo ao transporte alternativo da localidade. Ele ainda tem uma firma, que atua na área de segurança, e é responsável por fazer o controle da entrada e saída de caminhões do aterro sanitário em Bangu.
Wolber ainda é o responsável pelo recolhimento do dinheiro relativo aos pagamentos parcelados relativos à venda dos terrenos, e Ademir explora monetariamente o despejo de entulhos no aterro sanitário.
Quem tiver qualquer informação a respeito da localização dos envolvidos neste grupo, favor denunciar pelos seguintes canais: Whatsapp ou Telegram dos Procurados (21) 96802-1650; pelo facebook/(inbox), endereço: https://www.facebook.com/procurados.org/, pelo mesa de atendimento do Disque-Denúncia (21) 2253-1177.