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Enel corta energia da Prefeitura de SG, que denuncia arbitrariedade

relogio min de leitura | Redação 06 de abril de 2017 - 10:00
A prefeitura de São Gonçalo foi obrigada a suspender as atividades por causa da falta de energia
A prefeitura de São Gonçalo foi obrigada a suspender as atividades por causa da falta de energia -

Por Renata Sena e Cyntia Fonseca

A Prefeitura de São Gonçalo amanheceu de portas fechadas ontem, devido ao corte no fornecimento de energia elétrica do prédio. É a segunda vez que o fornecimento é interrompido em menos de três meses. Durante a manhã, pelo meno s 50 pessoas aguardavam em frente ao prédio para algum atendimento e até as 11h não havia previsão de retorno da energia.

Na sede, além do gabinete do prefeito, funcionam as secretarias de Comunicação, Fazenda, Administração, Infraestrutura, Controle Interno, Governo, Meio Ambiente, Posturas e parte da Educação. No prédio anexo ficam a Defesa Civil, Desenvolvimento Social, Transportes, Trabalho e Segurança Pública, todos os prédio ficaram sem energia.

Em janeiro, a Prefeitura divulgou inicialmente o valor de R$35 milhões de débitos deixados pela gestão anterior, que seriam pagos gradualmente conforme acordo firmado com a concessionária Enel.

O órgão informou ser uma medida arbitrária e que viola as determinações legais sobre o assunto, uma vez que as dívidas foram deixadas pelo governo anterior.

A Enel informou que tomou a decisão de interromper o abastecimento de energia após tentar negociar o débito em várias ocasiões. A empresa ressalta que preservou o fornecimento de energia aos serviços essenciais como iluminação pública, hospitais e escolas.

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