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Uma escola para todos em São Gonçalo

relogio min de leitura | Redação 23 de setembro de 2016 - 12:03
 Cerca de 1400 alunos com algum tipo de deficiência estão matriculados nas escolas da rede
Cerca de 1400 alunos com algum tipo de deficiência estão matriculados nas escolas da rede -

Tornar o aluno com deficiência cada vez mais autônomo e integrado ao processo ensino-aprendizagem. Essa é a proposta da Coordenação de Educação Inclusiva da secretaria de Educação de São Gonçalo. Atualmente, cerca de 1.400 estudantes com deficiência estão matriculados nas escolas da rede, que estão cada vez mais estruturadas para acolher esses alunos.

Entre as unidades que reúnem o maior número de alunos com necessidades educacionais especiais estão o Colégio Municipal Presidente Castelo Branco, no Boaçu, a Escola Municipal Darcy Ribeiro, em Vista Alegre, e o Colégio Municipal Alberto Torres, no Colubandê. Além das salas de recurso, professores especializados e professores de apoio, que já fazem parte da estrutura da rede, essas escolas têm um diferencial: as classes transitórias, que preparam alunos com comprometimentos intelectuais e defasagem série/escola.

“A classe transitória tem como objetivo acolher o aluno com graves níveis de comprometimentos intelectuais que apresenta uma grande distorção série/idade, oferecendo a ele atendimento educacional especializado. Assim, contribuímos para que ele possa participar plenamente das ações pedagógicas e sociais da escola”, esclareceu a coordenadora de Educação Inclusiva do município, Helen Sílvia Ribeiro.

Na última terça-feira, 17 alunos da classe transitória do Alberto Torres participaram de um projeto especial realizado pela escola em parceria com a Faculdade de Educação Física da Universo. O projeto acontece uma vez por semana na unidade e, por meio de oficinas de arte terapia, terapia do canto, jogos, dança com expressão corporal e culinária (receitas da vovó), contribui para a socialização e desenvolvimento pedagógico do aluno.

A Educação Inclusiva também conta com a sala de recursos - que oferece atendimento pedagógico especializado e individualizado aos alunos com necessidades educacionais especiais - e o projeto Escola Polo Bilíngue, voltada para alunos com surdez em diferentes graus.

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