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Ritmistas da Viradouro contam emoção de tocarem em homenagem a Mestre Ciça

Escola de Niterói vai homenagear seu histórico Mestre de Bateria em vida e em plena atividade pela agremiação

relogio min de leitura | Escrito por Aretha Dossares com supervisão de Thiago Soares | 17 de fevereiro de 2026 - 01:27
Mestre Ciça será o grande homenageado da noite pela Viradouro
Mestre Ciça será o grande homenageado da noite pela Viradouro -

A Unidos do Viradouro, escola de samba de Niterói, vai apresentar, na madrugada desta terça-feira (17), segundo dia de desfiles do Grupo Especial do Carnaval do Rio, uma grande homenagem ao seu mestre de bateria, Moacyr da Silva Pinto, o Mestre Ciça.

Embora a homenagem seja dedicada diretamente ao mestre, toda a bateria da Viradouro afirma se sentir representada pelo reconhecimento. Ritmistas da Furacão Vermelho e Branco conversaram com a reportagem de O São Gonçalo durante a preparação para o desfile e falaram sobre a expectativa de tocar em celebração ao “chefe”.

“Hoje é muita emoção. É o Ciça, né? É um cara que fez história no Carnaval, principalmente na Viradouro. Completar 10 anos na bateria homenageando ele é mais especial ainda”, afirmou Hugo Carvalho, que celebra uma década como ritmista da escola.

Casal está há 10 anos na bateria da Viradouro
Casal está há 10 anos na bateria da Viradouro |  Foto: Enzo Britto

A esposa de Hugo, Natália Carvalho, que também completa 10 anos na bateria, destacou a importância do momento. “A emoção está à flor da pele. Ele é o mestre dos mestres, um cara excepcional. Já estou emocionada, muito ansiosa”, disse.

O filho do casal, Pedro Lucas, que fará sua segunda participação no desfile da Viradouro, resumiu o sentimento da família: “É muita emoção, vou chorar muito. Ele é muito brabo no Carnaval, muito bom”.

Já os irmãos Eduardo Henrique e Rosa Eliza, há três anos na escola, também falaram sobre a expectativa para a noite. “A ansiedade bate, não tem como mentir. É uma adrenalina gostosa. Desde a construção da primeira bossa até o primeiro ensaio, tudo é pensado para esse momento. Para o público é uma espera até o Carnaval chegar. Para a gente é diferente: termina um e já estamos pensando no outro”, afirmou Rosa. Eduardo completou: “Fazer parte desse trabalho é muito gratificante. A ansiedade é saudável. Ele é muito caloroso e atencioso com os ritmistas”.

Irmãos se disseram lisonjeados por tocarem em homenagem a Mestre Ciça
Irmãos se disseram lisonjeados por tocarem em homenagem a Mestre Ciça |  Foto: Enzo Britto

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