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Inea resgata 66 caranguejos em Niterói

Animais estavam presos em armadilhas

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 08 de janeiro de 2026 - 08:21
Os agentes libertaram os animais no ambiente de manguezal localizado dentro do Parque Estadual da Serra da Tiririca, em Niterói
Os agentes libertaram os animais no ambiente de manguezal localizado dentro do Parque Estadual da Serra da Tiririca, em Niterói -

O Instituto Estadual do Ambiente (Inea), em parceria com o Comando de Polícia Ambiental (CPAM), resgatou, ontem (07), 66 caranguejos em Niterói, sendo 55 da espécie Guaiamum e 11 Uçá. Os animais estavam presos em armadilhas. A ação acontece um dia após três influencers terem sido detidos pela caça ilegal da espécie no mesmo local.

"Ações conjuntas fortalecem os instrumentos de gestão do território em prol da conservação da biodiversidade. A união entre os agentes de segurança e guarda-parques e servidores do Inea garantiu, hoje, a vida de sessenta e seis animais protegidos pela lei ambiental", explica o secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi.

Os agentes libertaram os animais no ambiente de manguezal localizado dentro do Parque Estadual da Serra da Tiririca, em Niterói. No momento da ação, não foram encontrados os responsáveis pela captura ilegal da espécie dentro de área protegida.

De acordo com o Art. 29 da Lei 9605/98, é crime ambiental “Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida em unidade de conservação”.

O caranguejo é um dos animais mais importantes para o equilíbrio ambiental dos manguezais. O crustáceo alimenta-se de folhas que são transformadas em nutrientes para outros organismos da cadeia alimentar e ajuda a preservar os ambientes que habita.

Denúncias de crimes ambientais em todo o estado do Rio de Janeiro podem ser feitas ao Linha Verde pelos telefones 0300 253 1177 (interior, custo de ligação local), 2253-1177 (capital), ou pelo aplicativo “Disque Denúncia Rio”, com possibilidade de envio de fotos e vídeos e garantia de anonimato.

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