Menino atropelado em SG morre no hospital

Por Thiago Soares
O corpo do estudante Arthur Caldas, de apenas oito anos -morto após ser atropelado por um carro na última segunda-feira, na RJ-100, em Maria Paula - foi enterrado ontem, no Cemitério Parque da Paz, no Pacheco.
Cerca de 200 pessoas compareceram à cerimônia sob um clima de dor e revolta. Muitas delas vestiam uma camisa com a foto de Arthur. A madrasta do menino, Débora Ramos, de 28 anos, resumiu o sentimento de familiares e amigos.
“O sentimento é de revolta. Nós todos estamos sofrendo muito e o autor do atropelamento está solto. Mas Deus é quem sabe de todas as coisas. A consciência dele vai pesar, a gente sabe disso. No momento não estamos querendo saber muito sobre a investigação, mas é claro que queremos Justiça”, comentou.
Muito emocionado, o tio da vítima, Ricardo Siqueira, 30, também pediu Justiça e revelou que ainda não consegue acreditar no que aconteceu. “É muito doloroso. Foi uma crueldade, vinculado com a imprudência”, falou entre lágrimas.
Arthur e a mãe foram atropelados por um veículo desgovernado quando seguiam para o carro da família. O motorista não tinha habilitação.