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Estado lança ofensiva contra o desaparecimento de menores

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 26 de maio de 2015 - 12:03

Criança resgatada em São Gonçalo

Foto: Divulgação

O Governo do Estado implantou uma série de iniciativas para reduzir a quantidade de desaparecimento de crianças e adolescentes no território fluminense. Além do trabalho realizado há 19 anos pelo programa SOS Crianças Desaparecidas, da Fundação para a Infância e Adolescência (FIA), as oito maternidades do Estado receberam o projeto Novo Cidadão, que garante a identificação civil dos recém-nascidos e seus pais. A Polícia Civil também implantou a Delegacia de Descobertas de Paradeiro (DDPA).

Ontem, Dia Internacional da Criança Desaparecida, o programa da FIA se destaca com o desenvolvimento de ações para identificar e localizar as crianças e adolescentes desaparecidos e reintegrá-los às famílias: 2.840 menores de idade foram localizados, o equivalente a 85% dos casos. Outros 504 continuam desaparecidos, sendo que 68 deles ainda não atingiram a maioridade.

“A maioria das crianças foge por problemas familiares, então priorizamos a prevenção e oferecemos atendimentos psicológico e social para essas famílias. Também investimos em divulgação das fotos para encontrarmos essas crianças. O Dia Internacional da Criança Desaparecida é para que a sociedade reflita, se mobilize e se conscientize que desaparecimentos ocorrem todos os dias. E é importante que as crianças sempre portem algum tipo de identificação ao saírem de casa, mesmo quando estiverem acompanhadas dos pais”, disse Luiz Henrique Oliveira, gerente do programa SOS Crianças Desaparecidas.

Outra iniciativa de prevenção já adotada pelo Estado é o programa Novo Cidadão, uma parceria entre FIA, RioSolidario, Detran, Defensoria Pública, Ministério Público e Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado do Rio de Janeiro (Arpen/RJ). O projeto pioneiro oferece simultaneamente certidão de nascimento e carteira de identidade para os recém-nascidos ainda na maternidade. Além de garantir o direito à cidadania, a identificação protege as crianças de sequestros ou sumiços e facilita a localização de desaparecidos.

Caso em São Gonçalo - No sábado, uma criança de 2 anos, em São Gonçalo, quase entrou para as estatísticas de desaparecidos do Estado, quando escapou da casa da avó no Jardim Catarina e, graças a duas mulheres, foi retirada da rua e levada para a 74ª DP (Alcântara)

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