Força-tarefa começa a retirar embarcações da Baía da Guanabara
A ação foi motivada depois de um navio à deriva bater na Ponte Rio-Niterói, no ano passado

Após levantamento feito pela Capitania dos Portos da Marinha do Brasil, que apontou 51 embarcações e cascos abandonados na Baía de Guanabara, começou a partir desta quarta-feira (17), uma força-tarefa para a retirada dessas embarcações. A ação foi motivada depois de um navio à deriva bater na Ponte Rio-Niterói, no ano passado.
O primeiro barco a ser removido, na manhã desta quarta, mede cerca de 22 metros e estava abandonado há mais de dez anos. Esse primeiro trabalho de remoção vai funcionar como plano piloto da força-tarefa, que é liderada pela PortosRio, pela Secretaria de Energia e Economia do Mar e pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea).
Outros ajustes serão feitos para viabilizar a remoção de todas as embarcações do local, dentro de um intervalo de 12 a 18 meses.
Segundo Hugo Leal, secretário estadual de Energia e economia do Mar, há dificuldades específicas em relação a cada embarcação, como o material, as dimensões e as condições de cada uma.
O objetivo da ação conjunta de esforços é a "revitalização da Baía, a devolução para a população, tanto para as operações portuárias, quanto para operações de turismo", acrescentou o secretário.