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Telegram envia mensagem em massa com desinformação sobre PL das Fake News

A mensagem foi enviada pelo Telegram pouco depois das 15h desta terça-feira. A maioria dos usuários do serviço no Brasil recebeu o conteúdo

relogio min de leitura | Redação 09 de maio de 2023 - 17:52
A mensagem, que foi enviada pelo pelo aplicativo, foi recebida pela maioria dos usuários do serviço no Brasil
A mensagem, que foi enviada pelo pelo aplicativo, foi recebida pela maioria dos usuários do serviço no Brasil -

Na tarde desta terça-feira (9), o Telegram enviou a usuários do serviço um comunicado em que faz críticas contra o PL 2630/2020, conhecido como PL das Fake News. O conteúdo traz uma série de desinformações sobre o projeto de lei, que seria votado na semana passada na Câmara dos Deputados, mas acabou retirado da pauta. Relator do PL, Orlando Silva (PCdoB-SP) usou as redes sociais para rebater a empresa.

"O jogo sujo das bigtechs continua. Recebo denúncias de que o Telegram está disparando FAKE NEWS contra o PL 2630 para milhões de usuários. Essa campanha de mentiras NÃO VAI PROSPERAR. A Internet não é terra sem lei e a regulação é uma necessidade", escreveu o parlamentar no Twitter.

A mensagem que foi enviada pelo pelo aplicativo foi recebida pela maioria dos usuários do serviço no Brasil. 

"O Brasil está prestes a aprovar uma lei que irá acabar com a liberdade de expressão. O PL 2630/2020 dá ao governo poderes de censura sem supervisão judicial prévia", diz o texto, que cita que, "para os direitos humanos fundamentais", o projeto de lei configuraria "uma das legislações mais perigosas já consideradas no Brasil". Na sequência, o conteúdo estimula os internautas a cobrarem os deputados a respeito do tema.

Em tom alarmista, a empresa afirma que a proposta concederia "poderes de censura ao governo", o que não é verdade. A existência de uma entidade reguladora autônoma foi, inclusive, retirada do PL pelo relator, que ainda debate com os colegas de Casa a melhor maneira de fiscalizar o cumprimento das normas previstas pelo dispositivo. "Esse projeto de lei matará a internet moderna se for aprovado com a redação atual", defende o Telegram.

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