Lollapalooza é acusado de usar trabalho análogo à escravidão na montagem
Os funcionários teriam trabalhado por cinco dias em péssimas condições de trabalho

A produtora de eventos T4F, responsável pela organização do Lollapalooza, afirmou em nota que a relação com a empresa foi encerrada -
O Ministério do Trabalho identificou, nesta semana, que cinco funcionários terceirizados do festival Lollapalooza trabalharam por cinco dias em regime considerado análogo à escravidão.
De acordo com os fiscais a equipe responsável pela montagem dos bares do festival estava dormindo no Autódromo de Interlagos, onde ocorre o evento, após jornadas de trabalho superior ao que é permitido por lei.
A produtora de eventos T4F, responsável pela organização do Lollapalooza, afirmou em nota que a relação com a empresa foi encerrada. No comunicado, a T4F também diz que se certificou de que todos os direitos dos trabalhadores fossem garantidos. A empresa foi substituída e os bares funcionarão normalmente, segundo a assessoria de imprensa do festival.