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É ‘guerra’ contra o mosquito

relogio min de leitura | Redação 15 de fevereiro de 2016 - 21:20
Militares orientam a população e entregam panfletos explicativos até a próxima sexta-feira
Militares orientam a população e entregam panfletos explicativos até a próxima sexta-feira -

É guerra contra o mosquito! Mas desta vez a “arma” utilizada é a informação. Até a próxima sexta-feira, 3,5 mil militares da Marinha com apoio de 63 agentes de endemia e mil da atenção básica de São Gonçalo estarão unidos no combate contra o mosquito Aedes Aegypti, em São Gonçalo.

Divididos em grupos, as equipes estão atuando em todo o município. Na manhã de ontem, mais de cem militares atuaram no Centro da cidade. As equipes percorreram residências e comércios buscando eliminar possíveis focos do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, Zika e Chikungunya.

Nas ruas Aluísio Neiva e Travessa Jorge Soares, no Centro, os militares distribuíram panfletos e os agentes colocaram larvicidas em caixas d’água e bueiros. Para o secretário municipal de saúde, Dimas Gadelha, essa parceria com a Marinha tem sido muito produtiva. “Cerca de 80% dos focos estão dentro das casas. A Marinha nos auxilia nesta recepção nos imóveis, além de orientar a população sobre o combate aos mosquitos. Estamos trabalhando incessantemente para diminuir os focos na nossa cidade e toda ajuda é bem vinda”, explicou.

Ainda segundo o secretário, ele convidará representantes da Cedae para uma reunião. “Todos precisam fazer sua parte. Temos informações de pontos de vazamento de água e é importante que isso seja solucionado para evitar possíveis focos do mosquito”, disse o secretário. Para a tenente da Marinha Wanessa Motta, a recepção da população tem sido muito boa. “Começamos essa ação no sábado e temos tido muita receptividade da população. A credibilidade da Marinha facilita a entrada da equipe nos imóveis. É importante que a população colabore e faça sua parte”, explicou.

Para o casal Marcel Souza Fontes, 30, e Vanessa Nogueira, 34, as primeiras ações devem começar em casa. “Temos cuidado em não deixar água parada. Todas as garrafas são colocadas viradas para baixo e os vasos de plantas são forrados com areia. Os agentes de endemias são muito bem vindos. Nunca contraí nenhuma dessas doenças e tenho muito medo que isso aconteça”, disse Vanessa. Durante a ação, moradores alertaram as equipes sobre um imóvel abandonado que estava com o portão aberto. Os agentes entraram e colocaram larvicida. As visitas dos agentes pode ser solicitada através do telefone 3856-7759.

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