Polícia inicia investigações do assassinato de ex-presidente de escola de samba no Rio
O ex-presidente da Vila Isabel foi morto neste domingo (25), na Barra da Tijuca

O delegado adjunto da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) Mario Andrade, afirmou que nenhuma linha da investigação do assasinato do ex-presidente da Vila isabel, Wilson Alves, foi descartada. O crime aconteceu no último domingo (25), na Avenida das Américas, Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.
O delegado contou que os depoimentos da viúva Shayene Cesário, presente na hora do crime junto com o filho Wilsinho Alves, foram tomados logo após o homicídio. “Novas diligências também vão ser tomadas nos próximos dias. Por enquanto, nenhuma linha de investigação está descartada”, frisa.
De acordo com testemunhas, foi no trajeto a pé entre o posto e uma farmácia que dois homens vestidos de preto e numa moto, da mesma cor, dispararam contra ele. Em seguida, os criminosos fugiram. A vítima morreu no local. A forma como houve a abordagem, com os executores se aproximando da vítima e efetuando os disparos deixa, inicialmente, a possibilidade de tentativa de assalto como muito remota.
O Grupo Especial de Local de Crime (GELC) da DHC com peritos e investigadores chegaram logo após o crime, porque a especializada também fica na Barra da Tijuca. Depois da perícia, o corpo foi liberado para o Instituto Médico-Legal (IML). Em seguida, o local, sujo de sangue, foi lavado.
Em abril de 2010, ele foi preso sob a acusação de controlar pontos de máquinas de caça-níquel em Niterói e São Gonçalo. No ano seguinte, foi condenado a 23 anos, um mês e dez dias de reclusão em regime inicialmente fechado pelos crimes de contrabando.