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Anvisa mantém proibição de venda de cigarros eletrônicos

O documento mostra que os impactos à saúde de quem usa o produto são grandes, já que ele é tóxico e vicia

relogio min de leitura | Agência Brasil 07 de julho de 2022 - 11:08
Anvisa proíbe cigarros eletrônicos no Brasil
Anvisa proíbe cigarros eletrônicos no Brasil -

Por unanimidade, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu manter a proibição da venda, importação e publicidade dos cigarros eletrônicos. Para tomar a decisão, os diretores da agência avaliaram um relatório sobre esse tipo de cigarro. O documento mostra que os impactos à saúde de quem usa o produto são grandes, já que ele é tóxico e vicia.

A diretoria também aprovou ações de fiscalização, e campanhas educativas sobre o tema. Os dispositivos eletrônicos para fumar, incluindo os cigarros eletrônicos, são proibidos desde 2009 no Brasil, conforme uma resolução da Anvisa (RDC 46/2009) sobre o tema. A proibição inclui a comercialização, a importação e a propaganda desse tipo de cigarro.

Cigarros eletrônicos 

Os cigarros eletrônicos são aparelhos alimentados por bateria de lítio e um cartucho ou refil, que armazena o líquido. Esse aparelho tem um atomizador, que aquece e vaporiza a nicotina. O aparelho traz ainda um sensor, que é acionado no momento da tragada e ativa a bateria e a luz de led. 

A temperatura de vaporização da resistência é de 350°C. Nos cigarros convencionais, essa temperatura chega a 850°C. Ao serem aquecidos, os DEFs liberam um vapor líquido parecido com o cigarro convencional.

Os cigarros eletrônicos estão na quarta geração, onde é encontrada concentração maior de substâncias tóxicas. Existem ainda os cigarros de tabaco aquecido. São dispositivos eletrônicos para aquecer um bastão ou uma cápsula de tabaco comprimido a uma temperatura de 330°C. Dessa forma, produzem um aerossol inalável.

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