Destroços de avião de Marília Mendonça chegam ao Rio
Os motores da aeronave serão encaminhados para Sorocaba

Agentes do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III), órgão ligado ao Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) localizado no Rio de Janeiro, vão seguir investigando o que teria causado o acidente de avião que matou Marília Mendonça e mais quatro pessoas na última sexta-feira (05). Os destroços da aeronave da cantora, que antes pertencia a Henrique e Juliano, desembarcaram no Aeroporto do Galeão, no Rio, na última terça-feira (09).
O trabalho reunirá as informações do acidente e, depois, analisará a aeronave e as condições climáticas do dia do acidente. Ao final, um relatório será apresentado com o resultado das investigações, contando ainda com documentos de psicólogos e médicos para embasar as teorias. A investigação pode durar de seis meses a um ano, segundo o Cenipa.
A aeronave que estava com a cantora, seu tio e assessor Abicieli Silveira Dias Filho, seu produtor Henrique Ribeiro, além do piloto e co-piloto, caiu em uma cachoeira em Caratinga, em Minas Gerais. O avião teria partido de Goiânia e se dirigiu até o município em questão onde seria o próximo show da cantora. Muitas pessoas acreditam que o avião colidiu com uma torre de transmissão de energia antes de cair e isso teria causado a morte dos cinco presentes na aeronave. A teoria ainda está sobre investigação.
Os motores da aeronave serão levados para Sorocaba, em São Paulo, na próxima quarta-feira (10) e também serão investigados.