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Procon fiscaliza agências bancárias de São Gonçalo por demora no atendimento

Ações de fiscalização foram realizadas em várias cidades do estado

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 05 de setembro de 2021 - 18:17
Consumidores esperam quase uma hora para entrar nas agências
Consumidores esperam quase uma hora para entrar nas agências -

O Procon Estadual do Rio de Janeiro realizou ação de fiscalização em agências bancárias na última quarta, quinta e sexta-feira (01, 02 e 03/9) para verificar denúncias de consumidores sobre o tempo de espera na fila para atendimento. Os agentes vistoriaram 32 bancos localizados nas Regiões Metropolitana e Serrana, Baixada e Norte Fluminense, além da Costa Verde. Em 18 deles, havia fila externa de pelo menos uma hora para entrar na agência.

Agências do Banco do Brasil, Bradesco, Santander, Caixa Econômica e Itaú foram fiscalizadas. Os fiscais constataram filas enormes, com mais de 100 pessoas esperando por atendimento. Aglomeração, sem que houvesse funcionário da agência para organizar ou efetuar triagem dos consumidores. Foram autuadas 30 agências bancárias.

Durante a ação, os agentes flagraram clientes aguardando mais de três horas para entrar em seis agências. Duas horas era o tempo de espera na fila para outras cinco. Dentre os que esperavam do lado de fora das agências, havia idosos e pessoas que têm direito ao atendimento preferencial. Em determinados bancos, não havia fila exclusiva para esse público.

Em São Gonçalo, duas agências localizadas no Centro foram vistoriadas. Os consumidores aguardavam mais de 50 minutos para entrar no Itaú e mais de uma hora no Santander.

“É inaceitável que um consumidor tenha que aguardar três horas para entrar no banco e ser atendido. Apesar de existirem maneiras eletrônicas de efetuar pagamento de contas e transferências sem que seja necessário se dirigir a uma agência bancária, muitos consumidores ainda têm dificuldade com os meios digitais. O atendimento presencial ainda é muito importante e não pode ser precário dessa forma”, declarou o presidente do Procon-RJ, Cássio Coelho.

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