Dois adolescentes são detidos por planejar incendiar escolas no RN

Jovens foram apreendidos após investigação da Polícia Civil

Escrito por Redação 16/08/2021 16:06, atualizado em 16/08/2021 16:52
Os dois apreendidos eram primos e planejaram ataque por mensagens
Os dois apreendidos eram primos e planejaram ataque por mensagens . Foto: Reprodução/Redes Sociais

Policiais civis do Rio Grande do Norte prenderam, no domingo (15), dois adolescentes por suspeita de planejarem ataques a escolas do estado. Os dois são primos e, de acordo com mensagens trocadas por eles, desenvolviam plano de incendiar uma unidade de ensino.

Em uma mensagem de celular divulgada pela Polícia Civil de Goiás, um deles fala em "matar todo mundo". Um dos meninos, de 14 anos, mora no interior de Goiás e estava com uma viagem planejada pra encontrar o mais velho no município potiguar de Campo Redondo.

"O adolescente que reside em Itumbiara estava com viagem marcada para Campo Redondo e, nos próximos dias, certamente se encontraria com o primo que lá reside, o que tornava ainda mais concreta uma chance deles materializarem seus planos de massacres", informou a Polícia Civil do Goiás, por meio de nota.

A Polícia Civil do estado disse que agentes foram à casa dos jovens e fizeram a apreensão. "Os responsáveis ​​por eles foram acionados na delegacia, onde houve a confirmação dos fatos apurados", disse a corporação.

A investigação, que contou com apoio da Polícia Civil de Goiás, apontou que, inicialmente, pelo menos quatro adolescentes planejavam fazer o ataque às escolas. Com o andamento do caso, os agentes chegaram aos dois jovens detidos. Eles também demonstraram intenção de tirar a própria vida após os atos.

"Os jovens apreendidos, inclusive, já haviam escolhido pela internet quais roupas usariam durante o massacre e estavam na fase de planejamento, para testar os equipamentos que iriam utilizar", informou a polícia goiana.

A operação foi coordenada pela Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SEOPI-MJSP), por meio do Laboratório de Operações Cibernéticas (CIBERLAB), e contou com a participação da Agência de Investigações de Segurança Interna (Homeland Security Investigações - HSI).

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