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Covidímetro: risco de contaminação cai em São Gonçalo

Município segue na fase Amarelo 1, de baixo risco

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 29 de julho de 2021 - 19:13
Cidade permanece na fase Amarelo 1
Cidade permanece na fase Amarelo 1 -

Os índices que medem o risco de contaminação por coronavírus em São Gonçalo perderam mais dois pontos na semana 29/2021, correspondente ao período entre 18 e 24 de agosto, ficando com quatro pontos. Com isso, a cidade permanece com baixo risco de contaminação, na fase Amarelo 1. Os pontos foram contabilizados na variação de óbitos por covid-19, que obteve dois pontos, e outros dois pela variação de pacientes internados, dois a menos do que na semana anterior.  

Na semana 29/2021, os indicadores apontaram 40% de ocupação de leitos de UTI adulto, não contabilizando. Na semana anterior, eram 50% (0 ponto). A ocupação de leitos de enfermaria passou de 25% para 24% nesta semana (0 ponto). A variação de óbitos pelo Coronavírus ficou com 0,64, totalizando dois pontos, mesmo índice da semana anterior. A variação de pacientes internados ficou em 0,90, obtendo 2 pontos. Na semana anterior foi de 1,23 (4 pontos). E, por último, a porcentagem dos casos da covid-19 notificados ficou em -66% (0 ponto). Na semana anterior foi de -65%, que também não pontuou.

Para ter a fase de risco determinada são avaliados cinco indicadores, que são: capacidade de leitos de UTI, capacidade de leitos de enfermaria, variação de óbitos por covid-19, variação de novos casos e variação de pacientes internados. Dependendo dos números do sistema municipal de saúde, o município vai contando pontos. Com o total, a cidade é colocada em uma fase. São cinco no total, sendo o amarelo 1 (fase 1) - o de risco mais baixo (variação de 0 a 9 pontos) e o vermelho escuro (fase 5) com maior risco de contaminação (com pontuação maior que 40).

É importante ressaltar que as avaliações de confirmação de óbitos sofrem alterações, diariamente, e que são referentes a datas retroativas devido ao processo de investigação da Vigilância Epidemiológica com base em resultados dos testes realizados pelos pacientes. 

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