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Paes nega evento teste de Carnaval na Sapucaí em novembro

Prefeito quer aguardar resultados das ações para acabar com pandemia e projeta desfiles de grandes escolas para 2022. Se tudo correr bem, Réveillon será primeira grande festa para população

relogio min de leitura | Redação 22 de junho de 2021 - 19:03
Último evento na Sapucaí foi no Carnaval de 2020
Último evento na Sapucaí foi no Carnaval de 2020 -

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, descartou, nessa terça-feira (22), a realização de um Carnaval-teste na Marquês de Sapucaí em novembro deste ano. Em função das indefinições que atualmente existem em relação aos resultados das  medidas colocadas em prática pelas autoridades de Saúde para conter a pandemia do novo coronavírus, o prefeito assegurou ser praticamente impossível fazer qualquer evento no Sambódromo ainda em 2021. 

As informações foram dadas durante a entrega de títulos de propriedades a moradores reassentados no Canal das Tachas, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. O prefeito revelou também que a Cidade do Samba deverá ser reaberta em breve e que a prefeitura está fechando um projeto com o carnavalesco Leandro Vieira para ajudar as escolas. Apesar de negar o evento-teste na Sapucaí em novembro, o prefeito do Rio confirmou a realização do Carnaval em 2022.

Segundo Eduardo Paes, a expectativa da prefeitura é que, com o calendário de vacinação contra a covid-19 seguindo como o esperado, o primeiro grande evento da cidade após a pandemia seja o Réveillon. Paes também reforçou que o evento-teste em Paquetá será apenas para moradores da Ilha, e que haverá fiscalização para impedir a entrada de turistas, mas não deu detalhes de como vai funcionar o esquema. A imunização contra o novo coronavírus já atingiu 96,3% da população local adulta.

Nesta terça-feira, a cidade de São Paulo não aplicou a primeira dose da vacina contra a covid-19, por não receber remessas de imunizante suficientes do Governo do Estado, que atribui a falta de doses ao atraso nas entregas do Ministério da Saúde. Questionado se o Rio poderia ficar sem imunizantes, o prefeito disse que há possibilidade, mas que o município ainda está em uma situação equilibrada.

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