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Professores fazem manifestação pedindo retorno no calendário prioritário do Rio

De acordo com a Sepe, a greve vai se estender até que os trabalhadores da área estejam imunizados

relogio min de leitura | Redação 14 de maio de 2021 - 21:07
O momento da manifestação foi transmitido através das redes sociais.
O momento da manifestação foi transmitido através das redes sociais. -

Um ato foi realizado em frente a Prefeitura do Rio, na Cidade Nova, no Centro, pelo Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio (Sepe), nesta sexta-feira (14). A ação teve o propósito de solicitar que os profissionais tenham retorno no calendário prioritário de vacinação e condições mais seguras para que as aulas presenciais possam voltar. O momento da manifestação foi transmitido através das redes sociais.

Cinco professores levaram cartazes e cruzes para simbolizar as mortes em decorrência da Covid-19 entre a área depois do retorno das aulas, de acordo com Duda Queiroz, da Secretaria de Assuntos Educacionais (SAE) do Sepe. “Levamos uma cruz grande e um pano vermelho para simbolizar os profissionais de educação que, infelizmente, estão tombando, pegando a Covid-19 e morrendo por conta deste retorno irresponsável das escolas”, explicou.

 Ainda segundo Queiroz, são cerca de 1.300 unidades municipais abertas sem condições para um retorno seguro, sem a vacinação entre os professores. “A maioria dos profissionais que estão na ativa atuando têm menos de 50 anos e a educação saiu da lista de prioridades. Não estão fechando as escolas com caso, é preciso ao menos três casos pra escola fechar. Mesmo que tenha gente internada ou gente morta. Estamos em greve pela vida”, disse.

De acordo com a Sepe, a greve vai se estender até que os trabalhadores da área estejam devidamente imunizados e tenham condições sanitárias para retorno das aulas presenciais. A ação se deve ao alto índice de contaminação em todo o estado. 

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