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Fórmula 1: 27 anos sem Ayrton Senna

Fãs do piloto colocaram a hashtag #SennaSempre no top 3 dos trending topics do Twitter

relogio min de leitura | Redação 01 de maio de 2021 - 11:52
Imagem ilustrativa da imagem Fórmula 1: 27 anos sem Ayrton Senna

O mundo da Fórmula 1 relembra, hoje, a data que marca os 27 anos da morte de Ayrton Senna. Nas redes sociais, diversas equipes e esportistas do automobilismo prestaram uma homenagem ao brasileiro, considerado o maior piloto da história da categoria.

Fãs do piloto colocaram a hashtag #SennaSempre no top 3 dos assuntos mais comentados do Twitter nesta manhã (1º). A própria organização da Fórmula 1 publicou em seu Instagram uma homenagem. "Gênio. Herói. Lenda. Relembrando o incomparável Ayrton Senna no dia que marca 27 anos de sua morte", escreveu a página.

Se estivesse vivo, Senna estaria hoje com 61 anos. Mas tinha apenas 34, quando naquele 1ª de maio de 1994 iniciou o que seria sua última volta na F1. Ao participar da terceira corrida da temporada, o GP de San Marino, em Ímola, Senna rapidamente fez a terceira melhor volta da corrida, seguido por Michael Schumacher. Ele entrou na curva Tamburello (a mesma em que bateu Nelson Piquet com a Williams em 1987 e também onde bateu Berger com a Ferrari em 1989) e perdeu o controle do carro devido a uma barra de direção quebrada, seguindo reto e chocando-se violentamente contra o muro de concreto.

Na época, a telemetria mostrou que Senna, ao notar o descontrole do carro, ainda conseguiu, nessa fração de segundo, reduzir a velocidade de cerca de 300 km/h (195 mph) para cerca de 200 km/h (135 mph). Os oficiais de pista chegaram à cena do acidente mas por conta da gravidade precisaram esperar a equipe médica. Por um momento, a cabeça de Senna se mexeu levemente, e o mundo, que assistia pela TV, imaginou que ele estivesse bem, mas esse movimento havia sido causado por um profundo dano cerebral.

Senna foi removido de seu carro pelo Professor Sid Watkins, neurocirurgião de renome mundial pertencente aos quadros da Comissão Médica e de Segurança da Fórmula 1 e chefe da equipe médica da corrida, e recebeu os primeiros socorros ainda na pista, ao lado de seu carro destruído, antes de ser levado de helicóptero para o Hospital Maggiore de Bolonha onde, poucas horas depois, foi declarado o óbito.

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