Dia do trabalho (1º) é marcado por luto e reivindicações de diferentes categorias profissionais
Data é celebrada em plena pandemia pelo segundo ano consecutivo

Há alguns anos o dia 1° de maio, data em que é comemorado o dia do trabalhador, diversas categorias profissionais aproveitam para realizar manifestações e reivindicarem direitos. Esse ano não está sendo diferente.
Pelo segundo ano consecutivo, o dia do trabalho é comemorado em plena pandemia, e nem as orientações para que não sejam feitas aglomerações impediram de profissionais de diversos setores se unirem.
Em São Gonçalo, integrantes do Fórum de Desenvolvimento Sustentável e Resistência Democrática receberam apoio do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe) para se manifestarem em diversos pontos da cidade. Assim, dividindo os profissionais, as manifestações não se transformaram em aglomerações.
"A proteção do emprego e a garantia do salário justo é direito de todos! Só a luta dos trabalhadores e trabalhadoras pode mudar isso. Por vacina para todos, trabalho e salário digno. Pelo auxílio emergencial digno. Em defesa do SUS e das Estatais", divulgou em nota os representantes pelo Fórum.
Já os representantes do sindicato dos rodoviários escolheram a data para homenagear os profissionais da categoria mortos pela covid na Região.
"É um primeiro de maio triste. Em que a gente não o que comemorar. Mais de 400 mil mortes no país. 14 milhões de desempregados. 53 rodoviários mortos só na base de Niterói a Arraial do Cabo. Não É uma data para se comemorar, se manifestar ou fazer nada. É uma data para se recolher e se preparar para e para se enfrentar o que ainda tem pela frente", disse Rubens dos Santos Oliveira, presidente do sindicato.
Quem também está usando a data para realizar manifestações são os apoiadores do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro. Em diversos pontos do Brasil, eleitores realizam passeatas, carreatas e aglomerações em homenagem ao presidente.