São Gonçalo aguarda novas remessas para retomar vacinação

Município encerrou atendimento nos postos nesta sexta-feira

Escrito por Redação 06/02/2021 08:06, atualizado em 06/02/2021 09:01
. Foto: Divulgação

As vacinas destinadas aos profissionais de saúde que não estão na linha de frente de combate ao coronavírus e não são da rede pública da cidade de São Gonçalo acabaram nesta sexta-feira (5). As doses também foram disponibilizadas para idosos com mais de 90 anos. Agora, o município aguarda novas remessas de doses de vacinas para continuar vacinando a população.

Sobre a enorme fila que se formou no Polo Sanitário Washington Luiz e outros postos, a Prefeitura explicou que "a pedido do Ministério Público, o município iniciou, concomitantemente, a vacinação de idosos com mais de 90 anos neste momento. As prioridades na vacinação são definidas pelo Ministério da Saúde. O município não pode se recusar a prestar o atendimento a qualquer pessoa que esteja no grupo prioritário previsto. Importante ressaltar que a procura excessiva pelas unidades de saúde de São Gonçalo aconteceu porque outros municípios desrespeitaram a determinação em relação aos grupos prioritários".

Ao todo, São Gonçalo já vacinou 22.860 pessoas, sendo 20.986 trabalhadores da saúde, 437 idosos com mais de 90 anos, 1.370 funcionários e pessoas em Instituições de Longa Permanência (Ilpis) e 67 pessoas de residências terapêuticas. Linha de frente, Ilpis e residências terapêuticas – Os profissionais da linha de frente de hospitais – tanto públicos, quanto particulares – funcionários e idosos de Instituições de Longa Permanência (Ilpis) e funcionários e moradores de residências terapêuticas voltam a ser vacinados com a CoronaVac na próxima semana. A Secretaria Municipal de Saúde ainda vacinará funcionários da rede em unidades da Subsecretaria de Saúde de Atenção Especializada. 

O posicionamento da Secretaria Municipal de Saúde foi ratificado pelo secretário de Estado de Saúde, Carlos Alberto Chaves, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (05). Segundo ele, há municípios alterando os grupos prioritários, o que está prejudicando o processo de imunização.

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