"Respirando por aparelhos" na Libertadores, Fluminense faz as contas para tentar alcançar a próxima fase
Tricolor faz sua pior campanha na competição continental e precisa ser perfeito para conquistar a vaga nas oitavas de final

A campanha na atual edição da Libertadores é a pior da história do Fluminense. O clube soma, até o momento, um empate e duas derrotas em seus três primeiros compromissos.
O recorde negativo já supera o anterior, dos anos de 1985 e 2011, onde o Tricolor somava dois empates em três confrontos. Os resultados deste ano deixam a equipe do técnico Luis Zubeldía muito pressionada para buscar uma classificação para as oitavas de final.
O Flu ainda depende só dele, mas precisará de uma campanha perfeita. Faltam três jogos para o fim da primeira fase: Independiente Rivadavia, em Mendoza, dia 6 de maio; Bolívar e Deportivo La Guaira, no Maracanã, dias 19 e 27. A conta é simples: para não contar com resultados dos rivais, é vencer os três duelos.
Porém, não são vitórias simples. O Fluminense precisa bater o time boliviano por uma margem superior a três gols de saldo para vencer o Bolívar nos critérios de desempate.
Se bater o Bolívar por apenas dois gols de diferença, vai precisar tirar uma diferença de saldo de gols que hoje é de quatro (Flu tem -3 e o Bolívar 1). Um triunfo por margem mínima coloca o time carioca na dependência de um tropeço do rival.